A passagem do ano foi muito boa, com boa gente, copos, animação e muitas estrelas. Os resistentes não cometeram a proeza de ver o sol nascer porque o dia de trabalho e a viagem levaram a melhor, mas foi um grupo que deu boa conta de si. Recolhemos às tendas na esperança de uma boa noite de sono no meio da natureza.
Esperança vã: o sol nasce cedo e com ele o calor. Quem é que aguentava uma tenda às 8 da manhã? O corpo pedia caminha, em troca recebeu um amanhecer estremunhado e decorado por um bando de miúdos fascinados pela nossa preseça.
Depois encomendámos o nosso pequeno almoço - uma dose descomunal de ostras. Confesso que não me entusiasmei. Duas razões: não têm grande sabor e consta que são um afrodisíaco potente, o que não é mau quando se tem a companhia certa ao lado. Quando não se tem, acho que não vale a pena arriscar ficar com um aparentemente grande telemóvel no bolso da frente - acho que dá para compreender esta figura de estilo tecnológica.
Mas para mim o mais significativo foi o grupo que encontrei, de gente fantástica proveniente de todo o lado, e que o acaso juntou naquelas coordenadas.
Queria deixar um muito obrigado especial a quem me emprestou a melhor companheira que se pôde ter naquela noite: uma confortável e fofa almofada!
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